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CAU participa de audiência sobre Plano Diretor, na OAB

O CAU/GO participou na terça, 8, de uma audiência pública para apresentação do pré-diagnóstico da revisão do Plano Diretor de Goiânia, sediada na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Goiás (OAB-GO). Estiveram presentes vereadores da capital e representantes da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh). Os técnicos da Seplanh responsáveis pela revisão do Plano atual apresentaram um levantamento de dados e informações prévio, dividido em quatro eixos: ordenamento territorial, desenvolvimento econômico, sociocultural e gestão urbana. Os eixos de mobilidade urbana e ambiental completam a divisão do plano de trabalho.

Evitar a expansão urbana desordenada é um dos pontos que o presidente do CAU, Arnaldo Mascarenhas Braga, espera que seja contemplado de forma mais efetiva pelo Plano Diretor de 2017. “O Conselho trabalha para que tenhamos uma gestão da cidade. Não é só fazer o plano. Ele tem que ser colaborativamente imposto. Pode não ser simpático para algumas áreas, mas tem que ser realista e enérgico”, avaliou.

O presidente Lúcio Flávio de Paiva exaltou a importância da discussão e declarou ter muitas expectativas para o novo Plano Diretor, que terá vigência até 2027. “Espero que, com essa discussão, o Centro de Goiânia possa ser revitalizado e o patrimônio artístico-cultural, recuperado. Também espero que os gargalos da mobilidade urbana sejam solucionados, para que possamos ter agilidade nos deslocamentos pela cidade”, disse. 

Para o presidente da Comissão de Direito Ambiental da entidade, Clarismino Luiz Pereira Júnior, é necessário que o Plano Diretor inclua o Plano Diretor de Arborização Urbana como apêndice, para que as questões ambientais sejam levadas em consideração. “Goiânia é conhecida por suas grandes qualificações ambientais, cidade arborizada, e foi perdendo um pouco dessas referências.” Henrique Alves, superintendente de planejamento e gestão sustentável da Seplanh, ressaltou a importância da participação das entidades da sociedade civil organizada na construção do novo projeto de desenvolvimento para a capital. 

Com informações da OAB-GO.

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